Boku dake ga inai Machi – Que desgraça de Revival







Calma aí que eu não venho dizer mal do anime. Na verdade, estou a adorar. Vê-se perfeitamente pelo estilo da narrativa que foi adaptado de um light novel. Uma história bem concisa, com muito suspanse, muitas reviravoltas e, apesar de ter um plot macabro, consegue ser bem acolhedora pelos cenários e pelos consecutivos regressos à infancia.

A árvore de Natal em Fevereiro
A árvore de Natal em Fevereiro

Ah, quem nos dera poder voltar à infancia e mudar tudo o que fizemos de errado, rever os nossos amigos, talvez fazer novas amizades e acabar com aquelas que não valeram a pena. Sim, acho que muita da magia desta obra está no poder do revival, principalmente para que é sensível à nostalgia. Mas é claro que não fica por aí. O plot é muito bem pensado, é aquilo a que chamámos um anime inteligente. E consegue tocar-nos na alma quando vemos cenas como a mãe do protagonista ser assassinda ou a menina a ser maltratada pela mãe.

Boku dake ga inai Machi manga
Boku dake ga inai Machi manga

Só não gostei do facto da história das outras duas crianças que foram préviamente assassinadas não ter sido mais detalhada. Eu sei que o anime ainda não acabou, mas parece que nesse aspecto vai ficar por aí mesmo. Seria mais interessante se esses dois pontos fossem mais desenvolvidos, como em Clannad, onde a tragédia pessoal de cada personagem tem o mesmo valor.

Satoru & kayo
Satoru & kayo

Agora, vamos lá discutir uma coisa: o revival foi bem usado na narrativa? É muito óbvio que, se há um assassino em série que persegue as suas vítimas, o Satoru poderia mudar a ordem dos acontecimentos durante o revival, mas não impedir o assassino, a menos que ele soubesse, logo no início, quem o assassino era e o tivesse apanhado. Então, todos aqueles revivals foram apenas uma estratégia para prolongar a história e cada um foi terminando de forma pior para o protagonista. Penso que não foi uma tática muito original.

Boku dake ga inai Machi
Boku dake ga inai Machi

Eu via o anime e ia prevêndo muitas coisas, pois era bastante óbvio que o Satoru não ia resolver o seu presente sem cortar o mal pela raíz no passdo. E a idenidade do assassino….bem lógico. Soube logo que olhei para a cara dele.






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